segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Workshop de Despedida de Solteira com Dança do Ventre | Dança Oriental
Realizada em São João da Madeira, no espaço Fisio Garcia.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Aulas de Dança do Ventre em Aveiro - Setembro de 2013
Inscrições abertas para MÓDULO I de Iniciação à Dança do Ventre | Dança Oriental em Aveiro (nova turma !)
Este módulo, indicado para quem deseja aprender pela primeira vez esta dança, terá a duração de somente 3 meses, nos quais a aluna irá aprender os movimentos base que são os pilares da Dança do Ventre | Dança Oriental ( isolados e em coreografia) .
► Novas Datas : 21 de Outubro a 13 de Janeiro.
► Horário: Segunda-feira das 19h30m às 21h.
► Local: estúdio da Companhia de Dança de Aveiro (Rua das Pombas, nº 56 – junto às urgências e IPJ).
► Material especifico : roupa desportiva e/ou confortável.
No final do módulo, caso pretenda continuar, poderá fazê-lo posteriormente.
► Inscrições/informações para : chandrabellydance@gmail.com ou 965747949/914541024 (extravaganza).
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Mini-Curso de Verão (intensivo) de Dança do Ventre | Dança Oriental em Aveiro - inscrições abertas
- Nível aberto (ideal para quem não tem qualquer experiência em Dança do Ventre| Dança Oriental).
- Investimento total: 20€ (desconto de 20% para alunas).
- Local: estúdio da Cia Dança de Aveiro (Rua das Pombas, nº 56 - junto às Urgências do Hospital/ IPJ).
- Contactos: chandrabellydance@gmail.com | 965747949
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| Mini-Curso de Verão de Dança do Ventre | Dança Oriental em Aveiro |
Jóias do Oriente - A origem
Actuação de Dança do Ventre em parceria com a Associação Diferentes e Especiais
Actuação das Jóias do Oriente na Aldeia Desportiva de São Bernardo
Obrigada a todas pela paciência e dedicação!
Beijinhos imensos
domingo, 23 de setembro de 2012
Aulas de Dança Oriental | Dança do Ventre em Aveiro
► Dia 25 de Setembro (próxima Terça-feira, das 21h/22h30m);
► Estúdio da Cia Dança de Aveiro (junto ao Hospital/IPJ);
► Material - roupa confortável (adequada à prática desportiva) ;
Contactos para confirmar a presença/participação na aula
chandrabellydance@gmail.com / 965747949.
quinta-feira, 15 de março de 2012
Nova Turma de Dança do Ventre em Aveiro - 19 de Março
◘ Nível: Iniciação (indicado para quem sempre quis aprender esta arte e ainda não teve oportunidade).
◘ Não é necessária qualquer experiência em Dança, nem existe limite de idade.
◘ Ainda se aceitam inscrições.
◘ Contactos: chandrabellydance@gmail.com ; 965747949 | 914541024
Nota: Quem desejar experimentar a aula, sem qualquer compromisso, pode fazê-lo (basta informar-me).
domingo, 4 de dezembro de 2011
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Andanças
Há paixões que irão enlaçar-nos para Sempre. Essa poeira dourada reluzente, recalcada por vezes, no âmago de nós. Apesar das asperezas, creio que há Tempo e Momentos para reacender certas paixões. Acredito em oportunidades. Até mesmo quando a Vida pede os seus direitos de volta, creio que é possível. E felizmente, reavivei algo que amo há imenso tempo, mas que tinha (me)perdido:
Hoje, a tenda tornou-se a velha cama de sempre, as estrelas a luz de presença tremeluzente que afasta os pesadelos em viço, e ouvi da boca do Luar a música de fundo que me embalou num novo sono. Acordei assim, não a que se tinge constantemente, mas a que salta de palco em palco, deixando para trás um rasto de brilho no olhar. A velha paixão pela novidade. A curiosidade. Os pés descalços de espinhos. O pó que se torna uma segunda pele. O corpo que só responde à música e se esquece de comer, beber...sacia-se nestes passos, vai buscar força à exaustão, perde-se na ondulação dos sorrisos que partilham com ele aquele momento, onde sOMos uma e todas as Danças.
Acredito que AQUI as almas evadem-se do corpóreo. Abrem-se de nós. Fogem por se cansar deste recipiente que procura descanso. Evolam desta mansarda, a que chamamos “eu”, pois sabem que nem toda a Vida secou e que, se há sentimentos que nos arrastam por entre lugares estéreis, também há pés alados que conseguem esfumar o peso de corações penantes. A noite de nós empalidece e somos Liberdade a monte.
E sabe tão, mas tão bem, poder voltar a este lugar e (re)conhecer-me. Dançar sem me pensar. Deixar que a Dança sopre novas cores a estes pés que , se pintavam de negro, enquanto tentavam traduzir a dor em passos. Ninguém os compreenderá. Portanto... aproveita. Aproveita esta labareda de ti. Constrói-te de novo. Dança agora porque amanhã, talvez não consigas reproduzir este momento de igual forma. Saúda aquele vazio que fica, depois de se ter estado nesta Terra do Nunca. Até isso sabe bem. Estiveste lá de facto. (IN)teira. Sinal que na verdade, nunca saíste de lá e que a paixão não deixou de existir, por entre estas... ANDANÇAS!!
PS: Isto para dizer que voltei a apaixonar-me...pelo meu querido Festival Andanças (camping incluído!) :)♥(: e que TODOS devíamos experimentar e conhecer *
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Aula Experimental de Dança Oriental Egípcia
Inscrições abertas para:
Aula Experimental de Dança do Ventre (Dança Oriental) em Aveiro (criação de uma nova turma de nível Iniciação I).
Dia: 22 de Fevereiro (Segunda-feira) das 21h/22h15m.
Local: Estúdio da Companhia de Dança de Aveiro (Rua das Pombas - junto ao serviço de Urgências do Hospital e de frente para a escola João Afonso).
Inscrições : 965747949 ou chandrabellydance@gmail.com (deixar nome completo e contacto telefónico)
sábado, 28 de novembro de 2009
Tarkan - O Grande! =DD
Aqui fica a razão pelos suspiros e sorrisos enquanto o dançamos (já vão perceber porquê!! hihih).
Se o quiserem ver dançar, procurem a Kuzukuzu original, ou até a Hup (faz uns shimmies... ui!). Se quiserem algo mais comercial: Bounce, ou a que tenho ouvido ultimamente: Dilli Düdük
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terça-feira, 8 de setembro de 2009
Parabéns à nossa Maisha
Muitos muitos Parabéns e que continues a ser a menina linda (e ruim) que tanto adorámos!!!
Com carinho,
Chandra
terça-feira, 21 de julho de 2009
Slideshow do vosso espectáculo ;)
Aquele que vos fiz e não conseguiram ver, está aqui. Podem fazer download se quiserem. Para tal, basta clicar na imagem ;) Se alguém souber colocar o ficheiro em .swf aqui, agradeço que informe que a pufessora só dá mesmo para a Dança, hihih. Ah, ao fazerem o download convém usarem o flash player para ver o ficheiro em .swf ! lol! 
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Carta aberta sobre a Dança Oriental em Portugal
Hoje em dia com os vídeos do youtube, com a necessidade que as pessoas sentem em ser fábricas de dinheiro começa a assistir-se no nosso meio, e não só, um declinar das competências dos professores e bailarinos de Dança Oriental Egípcia.
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Há uns dias umas alunas contaram-me que foram a uma aula, a título experimental, e ficaram abismadas com o que viram.
Não falarei de darem as aulas de sapatilhas ou calças de ganga (até porque cada pessoa é livre de se vestir como quiser!).
Não falarei de casos de “professoras” que não puderam dar aula porque os cds estavam estragados (até porque essas coisas acontecem!).
Não falarei das actuações com fatos da loja dos chineses (nada contra, mas considero que se estamos empenhadas naquilo que fazemos, tomamos certas coisas como investimentos, sobretudo quando somos nós modelos aos olhos das nossas alunas).
E muito menos me atrevo a falar daquelas que decidiram ser professoras porque algum amigo lhes disse que tinham jeito para dançar e que deviam começar a leccionar!
Não, não falo disso!
Mas não deixo passar esta aula a que as minhas alunas foram e as pérolas que por lá se passaram. Segundo as minhas meninas a “professora” em questão não ensinava movimentos pois dizia que foi no espírito do free style, ou vá, do aprenda-você-mesmo, que aprendeu a dançar. Ora, eu obviamente não sou contra o facto de sermos autodidactas, e de até a dança ser algo inato para muitas pessoas. No entanto, tenho as minhas reticências quando isso se aplica a professores.
Sendo a minha formação académica também virada para o ensino, e respeitando a nobreza desta profissão considero importante que antes de qualquer outra coisa exista o respeito pelas pessoas que nos pagam. Eu, por exemplo, não ficaria nada feliz se soubesse que andei a pagar para ter formação com uma pessoa que nem formação teve ( e não basta ter tido 1 ou dois workshops, isso não é formação, é um complemento).
E não é só isso, indo além desse respeito, acho que deve haver a consciência de que estamos a trabalhar com corpos. Algo que é físico e que se não for cuidado pode ser prejudicado (não basta chegar e fazer os movimentos! Sim porque sei de casos em que quais aquecimentos/alongamentos iniciais/finais? Que é isso?!) Acho que é uma tamanha irresponsabilidade achar-se que por se ter visto um vídeo didáctico, ou vá, ter-se “o jeito”, que isso signifique que se possa ser professor.
Ser professor é antes de mais ter-se sido e ser-se sempre aluno. Entendermos as dificuldades das alunas, sabermos que é normal sentirem-se de determinada maneira, fazerem os movimentos de certa forma, podermos prever os seus receios, os bloqueadores e pensamentos que acompanham a execução dos movimentos, anteciparmos as suas dúvidas, partilharmos conquistas, desconstruirmos os movimentos em tantas partes quanto as necessárias para que percebam exactamente o que estão a fazer, fomentar um ambiente paciente, de aceitação do corpo, de reconhecimento de limites e também potencialidades...
Respeitar o ritmo de cada pessoa, arranjando estratégias que permitam que as alunas se desenvolvam e sintam prazer naquilo que estão a fazer. . .
Não basta ir, colocar uma música qualquer e dar aula. É preciso estudar essa aula antes, planificá-la (quantas fazem uma planificação diária/mensal/geral com momentos separados, objectivos, desafios, trabalhos de casa para as alunas? Quantas fazem coreografias para determinada turma em específico? Respeitando a singularidade de cada aluna?) saber exactamente que movimentos transmitir, que movimentos rever, saber as dificuldades e sucessos de cada aluna e adequar isso a essa mesma aula. Pensar as músicas a ser escutadas.
Importa que haja uma estrutura. Coesão naquilo que se faz, ainda que dando sempre espaço ao imprevisto e à espontaneidade.
Adoro ser professora. Sim, é verdade, adoro ser professora de Dança Oriental Egípcia. Amo mesmo poder transmitir aquilo que aprendi em tantas formações (que nunca são suficientes pois o caminho é longo!), pesquisas e trabalho interior. É algo indubitavelmente fantástico.
E sou uma sortuda por poder fazer aquilo que amo e dedico-me a isso. E é essa dedicação e trabalho que gostaria de ver em profissionais da área.
Já não é fácil lidar com as ideias infundadas de que a Dança Egípcia é toda ela sexo para ainda existirem “professoras” que em plenas aulas experimentais fazem shimmies que mais parecem o txam, em que shimmie de ombros é na verdade “mandar mamas” (usando a terminologia da “professora” em questão) e que a nossa preocupação deve consistir em “provocar a tesão no nosso marido e/ou amante” (usando mais uma vez as palavras de outras boas “profissionais”...) e o pior, existirem pessoas que mesmo assim se inscrevem porque lá está, se existe a ideia de que esta Dança é íntima do sexo, e se de facto uma professora dá uma aula em que realmente vai de encontro a esse pensamento...é natural que as pessoas, na sua ignorância, o aceitem como verdadeiro.
Depois não admira que os espectáculos em que as bailarinas vão praticamente despidas e se esfregam no chão sejam tão aplaudidos (mas isso já está relacionado com aquilo que os bares estão dispostos a pagar por um espectáculo. Se preferem o mais barato, é natural que o barato seja acompanhado do vulgar) . Assim torna-se difícil levar esta dança a sério e isso torna o trabalho de qualidade mais difícil de ser divulgado.
Não estou aqui a denegrir a imagem de ninguém, até porque nestas coisas já se sabe como é, se o barrete servir... Apenas acho que é um desrespeito por quem tenta levar esta arte por um bom rumo.
Não vou dizer que sou perfeita, que o meu trabalho é que é digno e o melhor, nada disso...! Até porque também sei que há profissionais bem melhores do que eu e respeito imenso o trabalho que têm desenvolvido nesta área, na dignificação e purificação da Dança Oriental. Mas também sei que há CADA VEZ MAIS pessoas a dar aulas, a dizerem-se profissionais com 4 meses de aulas, com 1 workshop, com praticamente NADA.
Apenas espero que quem procura aulas de Dança Oriental (mais conhecida por Dança do Ventre) que tente informar-se das qualificações da professora, falem com ela, tentem perceber o que sabe, como se explica, como transmite o que sabe, se sabe os nomes dos movimentos ou se se limita a dizer "este é o txam txam txam" (como já ouvi...), se percebe os variados ritmos, estilos de música para determinado estilo de dança, que vejam a professora a dançar, que se lembrem que existe muito a ilusão óptica (vemos aquilo que querem que vejamos)... Procurem sempre o melhor para vocês!
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Um local de (Re)Encontro
“Eu sou tantas! A dançarina, a mãe, a amiga, a irmã, a amante…Tua. Sou o que quiseres que seja mas jamais darei os passos que me indicares. Dançarei sempre por mim. Sempre os meus passos. Antigos, talvez. Repetidos, provavelmente, mas no fundo serei sempre Eu mesma. Eu, tentando comunicar contigo através destas não palavras. Consegues entender-me? Ler-me nos passos que dou?”
"Não importa se somos baixas, altas, magras ou não, se temos 9, 19, 60 anos! A dança não nos pede bilhete de identidade. Não nos faz perguntas. Essas fazem-se “lá fora”. Fazem-se à outra de nós. No momento em que dançamos não somos mais a mulher que sonha, somos o sonho! A mulher que realiza, que acontece, que É! " © Chandra
"Com a dança oriental viajamos bem dentro de nós, é a linguagem de todas e de cada uma. Quando a música começa a dança acontece. Tudo o que somos e sentimos está ali. Naquele momento. Somos vida a cada momento desses. A pureza e a inocência de se poder Ser pincelam os nossos corações,o tempo não existe. Ali não envelhecemos. Ali não sofremos. Ali varremos o ar da tristeza do dia-a-dia, das preocupações, dos medos constantes. Tudo e ao mesmo tempo Nada. Tudo acontece. Nada fica enquanto se dança. Com ela somos uma. Sem ela somos todas as outras que nos obrigam a ser. O nosso corpo consegue através da dança oriental abrir as portas das nossas mentes. Elas não estão trancadas. Não são um Fim. Transformam-se em caminhos por percorrer. Corredores de novas esperanças. Tantos, tantos caminhos..." © Chandra
“O momento é este, esta Danca. Amanhã não sei se terei pés para dançar, coração para Amar. Hoje tenho, sinto, dou. Não te peço para que dances comigo...peço apenas que me deixes continuar a dançar-me para ti....”© Chandra












