quinta-feira, 15 de março de 2012

Dança Oriental | Dança do Ventre

Para quem diz "mas fazes dança do ventre, nessa tal dança oriental?"... :) Sim, é a "mesma". Dança Oriental Egípcia / Dança do Médio Oriente e Dança do Ventre são apenas algumas das formas como nos referimos a esta arte.
Pessoalmente, prefiro Dança Oriental, mas como sei que a maior parte das pessoas conhece por Dança do Ventre, cedo.
É "somente" um nome. Não a define!♥

Nota: esta imagem (feita por mim, como se nota) não mostra tudo aquilo que a Dança Oriental/Dança do Ventre é. Nós que a Vivemos sabemos que isso é praticamente impossível. ©Chandra El-Sayed

Aulas de Dança do Ventre em Aveiro

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Aula Experimental de Dança do Ventre em Aveiro, dia 27 de Fevereiro

Aulas de Dança do Ventre em Aveiro / Dança Oriental em Aveiro:
Aula Experimental de Dança do Ventre ( Dança Oriental) em Aveiro.

Data: 27 de Fevereiro (Segunda-feira), das 21h/22h20m.

Local: Estúdio da Companhia de Dança de Aveiro (Rua das Pombas, nº 56 – junto ao Hospital/IPJ).

Inscrições/Contactos: Para se inscrever, basta enviar um email para chandrabellydance@gmail.com / mensagem via facebook ou telemóvel (965747949), com o seu nome completo, contacto telefónico e/ou email.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Inscrições para aulas de Dança do Ventre em Aveiro, Ovar e Espinho.


Inscrições abertas para aulas de Dança Oriental (mais conhecida por Dança do Ventre)

Locais :
♦ Aveiro (Estúdio da Companhia de Dança de Aveiro - junto ao Hospital / Universidade).
♦ Ovar (Espaço Aberto - perto da Junta de Freguesia de Ovar).
♦ Espinho (Centro de Yoga Surya - rua nº 19)

○ Nível : Iniciação (não é necessária qualquer experiência prévia em Dança).
○ Público alvo: Mulheres (sem limite de idade).


Informações /inscrições através do: 965747949 / chandrabellydance@gmail.com

Aulas de Dança do Ventre em Aveiro

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Dance Your Soul

A escuridão em que me deixaste permite que ainda me vejas dançar, nas curvas que há por contornar. Tomo as tuas palavras amargas, o adeus que a tua boca não chegou a dizer e danço-vos, nesta forma transcendental de voltar a falar para ti. Acredito que a Dança tem um poder transformador. Embalo-me no silêncio que escolhi ter, para não ter que ouvir os julgamentos, onde não adiantava defender-me das que criaste de mim e que nunca chegaram a existir, se não em ti, dei-lhes a harmonia que nos falta. Danço os beijos que demos e os que ainda chegaremos a dar, nesta minha Dança. Não me importa se a música termina. Eu ainda não acabei de Dançar esta dor que sinto, este amor que senti quando te senti comigo. Estás em mim, em todos os passos que sou. Não te ensaio, pois só te sei na naturalidade. Tropeço e caio nos acordes do que pensas de mim. Não sou essa. Sou esta. A que Dança. A que te sorri Dançando. Sempre. Da lágrima fiz um passo. Dos meus passos, refiz-nos. E assim, poderei continuar a ter-nos, nesta sempre Dança - Chandra

Danças de Sorrisos


♥Danço porque preciso desenhar as minhas emoções nos meus passos ♥

Entre(Danças)

Era uma vez o que não chegou a ser. Um dia achei que a Dança tinha partido. Ou talvez eu tivesse saído do palco, antes dos últimos acordes. Os que finalizariam este Amor. Não recebi palmas, nem ovações. Simplesmente saí. Esqueci-me que o Tempo transforma o barulho do medo, em sonhos, que sintonizaremos na estação de nós. Haverá sempre açoites, mas somos nós que escolhemos ser Inverno ou não.
O Sol aqueceu-me o peito, no dia em que decidi voltar a dançar. Ainda existiam demasiadas gavetas abertas, é certo, mas fiz um pacto comigo mesma. Não me prometi. Admiti-me assim, não mais compromisso. Não mais me deleitaria no “para sempre”, nem tão-pouco no “nunca”. Enquanto o meu sorriso abraçava o público, dancei a Luz dos olhares que me rodearam e me preencheram de Amor, como pássaros ao meu redor. Esses olhos siderados que me guiaram e me ondularam o corpo. Fui-me na expressão mais pura dos rabiscos de mim. Regressaram-me as pétalas que as narinas do furacão de ti tentaram arrancar. Fui Mulher. Inteira. E nesse mesmo instante, renasceu a minha tão ingenuidade. Voltei criança que sorri e brinca o tempo todo, pois só se sabe assim, sem que se saiba de facto.
O céu não escureceu nos meus pés, nem a madrugada me levou os sonhos. Danço sem pressa de terminar. Sou ambrosia que sirvo nos passos que dou. Néctar que destilo no suor que sou. E, as vidas que dancei antes, passaram. Comecei por dançar para me encontrar. Não sabia é que mesmo dançando, há danças que perdemos. É preciso. E esta é uma nova dança. A da vida que não parou. Reinventei as minhas roupas. Escolhi as músicas que me fariam libertar das raízes de ti e saíste de mim, assim, passado. O sol voltou a despontar, junto a estes, cuja magia e brilho me entorpeceu.
É neste céu que sei voar. Nestes rodopios que me lembram que há lábios que não voltaremos a beijar, mas que existem músicas e pessoas, que continuarão a pedir-nos para que as dancemos - ©Chandra El Sayed
[Por vezes quem nos vê dançar, não sabe que eles é que nos dançam e não o contrário. São eles que nos inspiram e o nosso corpo agradece essa inspiração da forma que melhor sabe fazer. Por isso, obrigada aos que estiveram no jantar de Sábado, pois apesar das palavras de carinho, os vossos olhos cantaram a música que precisava voltar a dançar. E a quem participou no Workshop de Domingo, no Espaço Aberto, beijo imenso, pelos sorrisos e tanto mais ☼]